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HISTÓRIA

Um pouco da minha história pessoal e profissional…

Deus tem sido bondoso comigo e eu o tenho percebido nas pequenas coisas. Nasci em Pelotas-RS, numa família simples e muito trabalhadora. Estudei no Grupo Escolar Padre Rambo e minha primeira professora foi a Cesina Hameister.  Como presente, ao final do primeiro ano letivo aos seis anos de idade, recebi dela meu primeiro livro. O livro Frajola em: o Rato Gigante tem uma dedicatória da professora e está carinhosamente guardado na minha estante de livros (capa ao lado).

Estudei em escola pública desde o primário até o curso técnico profissionalizante em eletrônica, na Escola Técnica Federal de Pelotas. Comecei a trabalhar aos 15 anos. Na juventude tive poucos amigos e guardo carinho especial por cada um deles.

Aos 16 anos perdi um irmão mais velho (21) e nossa família buscou, na espiritualidade, respostas para aquele trauma. Jamais as encontramos na integralidade, mas eu me sentia bem ao participar das reuniões no grupo de jovens da paróquia Nossa Senhora de Fátima, no bairro de mesmo nome. Para viver uma experiência mais intensa participei de algumas reuniões do Movimento Focolares e de dois encontros de jovens chamado Mariápolis. A origem e a história de Chiara Lubich me eram muito familiares em função da dor pela perda do meu irmão. Nesse tempo tive a oportunidade de fazer os primeiros amigos verdadeiros, pois não importava se éramos de família pobre ou rica. Felipe Gertum foi um desses bons amigos.

Convivi muito de perto, com uma família “prá lá de especial”, Dr. Ary e dona Perla, pais da família Machado, composta de um verdadeiro “time”, Perla Margarida, Mirtes, Elaine, Miríades, Carmen Iris, Mabel, Zélia, Betinho, Elaine, Margot, Alvaro e Helder. Alguns mais velhos outros mais novos do que eu. Morávamos na rua Dr. Amarante, pertinho do estádio do Esporte Clube Pelotas (e eu sou Xavante). Como eram casas “pegadas”, várias vezes brincávamos batendo na parede para nos comunicar por meio do nosso código secreto ou simplesmente para acordar as vizinhas… Além das nossas casas, haviam outras três em terrenos compridos e os pátios interligados no fundo. Tínhamos um verdadeiro bosque à disposição. Juntamente com “os Lund”, Mario, Francisco e Fernando, “os Machado” eram os irmãos que eu não tinha!

No colégio Dom João Braga relembro com saudade dos colegas, Rubens Silva, Luiz Fernando, Cynthia Leal, Berenice, Jurema Moncks, Marilene Prestes, Cosette Castro, Ines Lacerda, Lucilene, Marylanda Barão, Lorena e Vilma. Lembro de muitos rostos, mas infelizmente esqueci a maioria dos nomes… Lembro-me com carinho de Carlos Sallis com quem entabulei os primeiros planos de empreendedorismo num projeto casualmente chamado de GENESYS.

Aos 17 anos ingressei numa academia de Karatê (Wado Kai) e tive aula com o mestre Edison Brandi. Jamais esqueci os ensinamentos como, organização, controle emocional e disciplina.

 

Quando completei 18 anos de idade, um grande colega de trabalho, Claudio Lobo dos Santos Silva, convidou-me para participar do movimento de Emaús. Engajei-me no movimento e pude conhecer e conviver com pessoas que também buscavam respostas. Na época eu talvez não tivesse a dimensão do que representou aquela fase da minha vida, mas hoje percebo que buscávamos respostas juntos, cada um as suas. Sob a liderança de alguns adultos dentre os quais, Sérgio Neves, Sérgio Fernandes, Maria Eulalie, Gilnei Brauner, José Inacio Kaster, Clóvis Olivo, Hamilton Centeno (hoje sacerdote), e na companhia de alguns jovens como, Rogério Fossati, Pedro Antonio Diniz (Tom), Paulo Antunes (Paulinho), Luiz Viana (Alemão), Denise Garbelotto, Angela Dockendorff (xuxu), Daniela Moraes, Antonio Lavrador, Mara Leite, Fabricio Gallo Correa, Silvio Betemps (In memoriam), Marcelo Gameiro, Paulo Leivas, Lelio Brod, Fernando Moraes, Fernando Siqueira (Caco), também inspirávamos outros. Eu era extremamente tímido e até gago. As reuniões de grupo aconteciam na casa do Machado (In memoriam) até altas horas da madrugada. Elas me ajudaram a perder a timidez de falar em público. Ao trabalhar nos encontros de Emaús, uma das tarefas que mais me desafiava era ser leitor. Como era gostoso ser o “arauto do Senhor”!

Aos 19 anos, interrompi o trabalho para cumprir o serviço militar no Exército Brasileiro ingressando no NPOR, curso para formação de oficiais da reserva. Eu já havia concluído o segundo grau, mas por não ter o certificado militar, não pude assumir a vaga que havia conquistado na Itaipu Binacional, empresa que à época contratava os melhores alunos da Escola Técnica Federal de Pelotas – ETFPel.

O país passava por uma fase instável, politicamente falando. Foi bem complicado conviver, ao longo de um ano, com aquele ambiente, mas aprendi muito no tempo em que estive no exército. Tenho orgulho da instituição pelos seus valores e a retidão com que desenvolve e forja pessoas para os desafios da vida. Nessa etapa foram meus colegas, na turma Ten. Ary Rauen, os seguintes alunos (nome de guerra em caixa alta): Adelino da CUNHA Penedo, Alberto MARQUES de Medeiros Filho, Anselmo CAMARGO Basilio, Antônio ADI Reis Allves, Antônio OSÓRIO Garcia Campos, Carlos Alberto MACHADO Goulart, Carlos Alberto SALAGNAC, Carlos Eduardo Lopes ITTURRIET, CLAUDIO Luiz Henemann (in memoriam), Claudio Roberto VERGARA Neves, Eldo EDGAR Karnopp (in memoriam), Evaldo TAVARES Kruger, Fernando de Souza CRUZ, Gilmar Barbosa SACRAMENTO, GILMAR Schneider, Jairo Silva de CASTRO, Jorge Natalício KOCH, José Antônio San Juan CATTANEO, José Benício Silva GUTIERRE, José George Maciel JAKS, JÚLIO Antônio Rosinha de Matos (in memoriam), Luís Antônio Jesus de CARVALHO, Luis Ary Corrêa GARCEZ, Luis Fernando Coelho RECUERO, Manoel Rodinei Massot PADILHA, Mario Vasconcelos de MOURA, Neivo POTHIN, Paulo Ricardo Brito MORALES, RAMÃO Renato Szortyka, Ricardo MOLINA Suzini, Rui Fernando MARTINS Nuñez, Sérgio Luis Victória BARBOSA, Silvério Boldt FONSECA, SILVIO Antônio Garcia Kosb e WAGNER Balbi de Oliveira. Desde o encerramento do curso, em 1979, anualmente boa parte deles se reúnem. Por estar fisicamente distante, jamais consegui comparecer a esses encontros, mas em 2019, ano que assinala os 40 anos de formatura, meu propósito é reencontrar esses amigos do tempo de caserna.

Retornando ao mundo corporativo, tive a oportunidade de ingressar como técnico em eletrônica, trabalhando na EMBRATEL.

“Vivi momentos felizes, excitantes e passei por momentos assustadores. Porém, jamais abri mão de entregar o meu melhor.”

Eu divido a carreira profissional em três grandes fases. A fase um ocorre nos primeiros dez anos de trabalho nos quais desempenhei atividades técnico-operacionais ao lado de Roberto Viola, Paulo Ferreira, Dario Martins Moreira da Silva, Irineu da Rosa (In memoriam), Aldo Ivon Farias, Paulo Campos, Rubens Nobre, Nilton, Walquer Batista, Anesi Gonçalves, Rogério Souza e Gerson Ludtke (In memoriam). Aprendi muito com cada um deles… O primeiro trabalho foi como Técnico de Manutenção em Teleimpressor (TELEX). Na medida em que a complexidade das manutenções aumentava, atendia bem os clientes (externos e internos) e entregava resultados, os desafios naturalmente aumentavam. Nada muito diferente do padrão típico de carreira de 99% dos profissionais que conheço.

A fase dois inicia na conquista das minhas primeiras oportunidades gerenciais que exigiram de mim esforços muito maiores do que eu imaginava viver naquele momento. Lembro-me de que no início da carreira superei grandes dificuldades, pois o ambiente passava por turbulências consideráveis para a época. Eu não me conhecia bem o suficiente e posso afirmar que naquele momento, pouco ou quase nada, entendia de pessoas. Tive a oportunidade de trabalhar com vários gestores (Roberto Viola, Paulo Ferreira, José Vaghetti, Roberto Aikin, José Oradi Arocha, Breno Kessler, Gadner Vieira, Claudio Marques, Moises Assayag) e pares muito mais experientes (destaque para Paulo Roberto Dias, Rubin Fanzelau, Antonio Bandeira, Reinaldo Pacheco, Régis Batista, Fernando Bernardi, Valdinei Rocha, Raul Risco, José Petry e Hermes Cywiakowski) que sempre emprestaram a sua experiência e senioridade para que eu pudesse montar a minha própria bagagem. Nem sempre o caminho foi repleto de flores, errei algumas vezes e convivi com pessoas com valores diferentes dos meus. Convivi com inúmeros tipos de personalidades e posso afirmar que tive gestores dos mais variados estilos de liderança, autocráticos, democráticos e liberais. Vivi momentos felizes, excitantes e passei por momentos assustadores. Mas nunca desisti de entregar o meu melhor. Paralelo aos desafios profissionais, sempre nos fortalecemos com nossos amigos de fé. Entre tantos, merecem destaque José Francisco Flores e Cecília Mainieri (Zeca e Ciça), Newton e Ildanice Mansan (Valda) e Sinésio e Claci com quem temos contato até hoje.

E tive a feliz oportunidade de liderar várias pessoas em diferentes atividades. Um dos desafios que mais me desenvolveu foi a “montagem” de dois novos times de vendas na Embratel em Porto Alegre. Com o apoio de profissionais competentes de consultoria em RH, destaque para, Rose Sussenbach e Lucia Sebben, ajudei na contratação, capacitação e gerência de profissionais muito melhores do que eu. Aprendi muito com cada uma das pessoas que liderei direta ou matricialmente.

Minha trajetória na Embratel foi caracterizada por muita entrega, grande profissionalismo e uma boa dose de irreverência combinada com ousadia. Um momento que marca esta afirmação é a fotografia com a atriz Ana Paula Arósio, com direito a roteiro. 

CENÁRIO: Recife, I Encontro Nacional de Vendas da Embratel, ano 1999.

CENA UM: A festa rolando e eu conversando com dois amigos. Eis que me é lançado um desafio: eles duvidam que eu consiga dançar com a, então garota propaganda da empresa, Ana Paula Arósio. Aposta firmada com ambos, fui!

CENA DOIS: Ela está na mesa da diretoria entre o Presidente Dílio Penedo e o Vice-Presidente de Marketing e Vendas, Eduardo Levy, escoltada por Wallace Grecco (In memoriam), Diretor de Imprensa. Me aproximo, peço licença e falo da beleza que ela irradia. Ela sorri e eu a convido para dançar. Ela reage com uma cara de surpresa, olha para o Presidente e me antecipando a uma resposta negativa, digo: “Eu preciso que você dance comigo, por favor, venha que eu explico melhor”. Ela aceita e damos uma volta (e apenas uma volta) no salão dançando frevo. Obviamente que tentei falar com ela, mas não foi possível, pois o som estava muito alto. Felizmente alguém registra o momento com uma foto.

CENA TRÊS: Voltando para a mesa, deixo-a, agradecendo pela gentileza. De imediato levo “uma babada carinhosa” do Wallace, pois por questão contratual ela estava autorizada apenas a ceder sua imagem. Quer dizer, nada de festa, nada de dança… !!! Pensei comigo: deu ruim!!! Mas antes de “jogar a toalha”, olhei para o Levy e disse: “Puxa vida, usei aquela teoria que você fala sempre nas reuniões: ‘Não sabendo que era impossível, fui lá e fiz’”.

CENA QUATRO: Ganhei um sorriso da moça, um parabéns do Presidente, um abraço do VP, por fim, o diretor de imprensa, rindo, me abraçou!!

CONCLUSÃO: Nunca consegui receber o prêmio que apostei, mas continuo amigo dos dois que me desafiaram… Todavia, o mais importante, é que essa foto representa um prêmio particular ao meu estilo espontâneo e alegre, com o qual sempre procurei apresentar nos projetos em que me envolvi na EBT. Guardo com muito carinho esse e muitos outros momentos.

Dentre os muitos profissionais que trabalhei em vários times e em várias empresas, merecem destaque especial Silvio Stenzel, Vidal Braga (in memoriam), Ronei Machado, Walter Jeck Jr, Vera Pagano, Jucirê Cordeiro, Eduardo Dal Bo, Vladimir Bidniuk, Elias Gendelmann, Daniel Sartori, Carlos Villela, Paulo Ricardo, Adriana Vicalle, Carla Rita Pereira, Luis Luzardo, Eduardo Arend, Michele D`Ariano Machemer, Wilson Silveira, Alexandre Mônaco, Paulo Evandro, José Ronaldo, Vania Lago, Franscisco Barreto, Irineu Zaramela, Eduardo Pagano, Eliane Munerato, Salvador Richa, Enzo Paladino, Paulo Roberto Gallart, Iara Faccini (in memoriam), Ivete Groehs, Luis Comerlato, Bruno Pangos, Peter Fanto, Iza Finotti, Paulo Takahata, Antonio Carlos, Arnold Rego Aranha, Moises Assayag, Clara Franco, Claudio Marques, Andrea Sarubbi, Mauro Borin, Heloisa Bomfim, Fernando Taveira, Marcio Fonseca, Wagner Lamarca, entre tantos outros. Certamente, todo esse tempero de cultura me fez aprender muito e por conta de vários desafios, fui lapidando meu próprio desenvolvimento.

Compreendi e senti particularmente o que são mudanças e como elas acontecem. E neste ponto, merece destaque a primeira pessoa a me despertar para a importância de analisar e conhecer de forma estruturada essa característica que está sempre acontecendo nas pessoas, na gestão e nas empresas. A competente Priscila Nogueira, consultora de gestão com quem tive a oportunidade de trabalhar em parceria e que presenteou-me com um livro no encerramento do projeto da Gemini Consulting, em 1998.

Ao longo de mais de vinte anos tive a oportunidade de gerenciar e liderar equipes multidisciplinares de vendas e negócios em diferentes organizações, em diferentes segmentos de mercado. Observei e aprendi que o processo de vender e o comportamento da equipe junto ao cliente são constantemente desafiados. Desafios que são provocados pelas transformações naturais do mercado, consequência do processo de evolução do cliente, bem como pela mudança na realidade das organizações que, a cada dia, precisam ser mais competitivas para atender demandas e superar as expectativas dos clientes.

A fase três é composta pelos últimos quinze anos e é caracterizada pela forte atuação com pessoas, pelo desenvolvimento de vários projetos empresariais, trabalhando com seleção, aconselhamento de carreira e com desenvolvimento e formação de alunos dentro e fora da sala de aula, na condição de treinador e professor de cursos técnicos, graduação e pós-graduação.

Nessa fase, merece destaque (e meu agradecimento) a querida professora, Lorena Gramms (SPEI), pelo primeiro convite para que eu viesse a trabalhar numa sala de aula. Tenho procurado me espelhar em ótimos professores como, Dante Quadros, Erika Lotz e tantos outros que são professores por missão. E citando Vera Ottmann, Fabiana Kovalsky, Cleusa Nogueira e Marcio Sachwek (meu grupo de estudo na FESP), quero homenagear todos os meus colegas do curso de Administração de Empresas. E para homenagear os vários coordenadores de curso que tenho tido, menciono Carlos Eduardo Costa pelos desafios que superamos juntos. Tenho procurado estimular os melhores alunos a também se desafiarem como professores e entendo que isso é um legado!

Tenho encontrado profissionais generosos que me ensinam e orientam. Merecem destaque o querido ex-professor da pós, Dante Quadros, que me desconstruiu e me tirou da zona de conforto durante a disciplina de Desenvolvimento Gerencial e o headhunter, Bernt Entschev, que me acolheu na sua empresa de consultoria e me inspirou, dentre tantas coisas, a trabalhar na área de desenvolvimento de gente. E algumas das muitas pessoas com quem tive contato profissional como, Ruth Bandeira, Licia Beletti, Carina Daniel e Josias Silva, Eduardo Cassou, Leonardo Grisotto, Marcio Silva, Ingrid Stammer, Aline Savioli, Rafael Gonçalves, Livia Santin, Paulo Sabbag, Thomas Silva, Izabela Lima, Reris Lima, Franciele Lima, André Carvalho, José Agnaldo e Augusto Dotti, são todos relacionamentos muito importantes nesse tempo em que tenho trabalhado como professor e consultoria de gente.

A partir de uma postura crítica e contando com um ambiente de estudos e de compartilhamento de saberes, continuo me surpreendendo diariamente com pessoas e empresas, mas tenho conseguido decodificar e compreender um pouco melhor os desafios nada fáceis que o mundo corporativo impõe e exige. Nesta fase, tenho lido, estudado e refletido muito sobre vendas, marketing, gestão, planejamento e liderança. Tenho estado em contato com vários autores, uma quantidade significativa de ótimos professores e alguns líderes que continuam me inspirando e me conduzindo para descobertas impressionantes que tenho feito em relação a padrões de funcionamento das empresas, e por que não dizer das pessoas, uma vez que são elas que formam as empresas?

“Tenho procurado desenvolver uma carreira profissional uniforme e retilínea, sem a menor pretensão ou expectativa de que todos entendam ou aceitem 100% das posturas que tenho tomado ao longo da vida. Ninguém é unanimidade e eu também não sou”.

Já cativei e fui cativado. Ingressei em sociedades, saí de sociedades, decepcionei e fui decepcionado. Tenho opiniões polêmicas sobre desenvolvimento de gente. Uma delas é acreditar em coaching, mas abominar a indústria do coaching que forma coaching em troca de dinheiro, sem analisar as competências de quem quer trabalhar nessa área. A outra é a de confrontar, de forma bastante crítica, a ascensão da indústria dos “gurus de plantão” que são profissionais da área motivacional que se comunicam bem e conseguem, pela internet, visibilidade para grandes projetos. Passam longe de trabalhar de forma consultiva e quando muito, inserem nos slides a logomarca do cliente “da vez”. Alguns deles, vez por outra, me convidam a fazer curso ensinando a ser palestrante (para ter mais sucesso). Nego enfaticamente interesse e afirmo, até pelo telefone, que já estão me ensinando “como não quero fazer”. Para não deixar dúvida, sou criterioso!

Tenho feito inúmeros cursos em instituições de reconhecida qualidade. E preciso continuar fazendo-os, pois tudo muda o tempo todo! Cultivo o hábito da leitura e procuro selecionar os melhores autores dentro de cada tema.

É com essa bagagem multicultural e multidisciplinar, com muita humildade, com energia positiva, que sempre caracterizou a minha postura e, acima de tudo, promovendo um clima de grande reflexão, muitas vezes inquietante, que desejo ser percebido pelos próximos vinte anos, atuando no mundo corporativo como treinador, professor e palestrante. O principal objetivo deste projeto de carreira é entregar ótimos trabalhos aos clientes, aos quais sentirei orgulho de chamar de amigos.

Com um bocado de experiência, combinada com uma boa dose de conhecimentos, me atrevo a afirmar que não quero ser contratado para dizer às pessoas o querem ouvir. E sim, para falar o que elas precisam e devem ouvir. É para isso que venho me preparando ao longo da vida.
Estou pronto para uma conversa com o objetivo de entender seus desafios como gestor de empresas e de pessoas e minha crença é a de que, ao firmarmos uma aliança, os seus desafios passarão a ser os nossos desafios. Conte comigo e com minha energia positiva. Sucesso, sempre!

“Não quero ser contratado para dizer o que as pessoas querem ouvir. Quero ser contratado para falar às pessoas o que elas precisam e devem ouvir. É para isso que venho me preparando ao longo da vida”.

Tenho orgulho da história que venho construindo ao longo dos anos e, nessa jornada, a constituição de uma família é, dentre minhas conquistas, a maior. Que Deus continue nos abençoando e concedendo graças para juntos continuarmos na trilha do bem e da paz. É apenas o que peço todo dia!     

 

Revisado por Thalita Martins